Sex 7 Mai 2010
1989: Lançamento de YACALA, o mais longo poema narrativo da língua portuguesa em versos octossílabos
Publicado por Cláudia Cordeiro sob VídeosSem Comentários
Maestria, arte e “uma estranha beleza” conforme Alfredo Bosi.
Sex 7 Mai 2010
Maestria, arte e “uma estranha beleza” conforme Alfredo Bosi.
Sáb 14 Nov 2009
Urariano Mota, lança na Fliporto o seu Soledad no Recife e fala com entusiasmo sobre a cultura pernambucana, sua arte e seus artistas, e sobre o problema da centralização da distribuição cultural em São Paulo e Rio de Janeiro. Na entrevista, com o caráter irridento da alma nordestina, o escritor dá o seu recado e lembra Alberto da Cunha Melo. Acesse a Revista Brasileiros no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=Hx96eKh7vTw Acesse o blog de Urariano Mota: http://urarianoms.blog.uol.com.br/
Dom 22 Mar 2009
Do livro Noticiário. Recife: Edições Pirata, 1979, p. 18. Disponível em ebook no SCRIBD - http://www.scribd.com/
Leitura da atriz Clenira Melo |
Direção e imagens do cineasta Nelson Simas | Roteirista: Cláudia Cordeiro | Locação na residência da poetisa Celina de Holanda. Recife, 1989.
Dom 22 Mar 2009
Poema do livro NOTICIÁRIO. Disponível em ebook no SCRIBD - http://www.scribd.com/
Leitura da atriz Geninha da Rosa Borges |
Direção e imagens do cineasta Nelson Simas | Roteirista: Cláudia Cordeiro | Locação na residência da poetisa Celina de Holanda. Recife, 1989.
Dom 22 Mar 2009


Sex 28 Nov 2008
1989 - Depoimento de César Leal. Pré-lançamento do livro Poemas Anteriores, de Alberto da Cunha Melo. Fragmento do vídeo-documentário produzido pelo cineasta Nelson Simas e pela ensaísta Cláudia Cordeiro.
A MÁSCARA
Alberto da Cunha Melo
Eu tinha doze ou treze anos
quando meu pai comprou a máscara
apertada. Fez grande esforço
para ajustá-la no meu rosto.
No entanto, fui crescendo, e ela,
já opressiva em minha infância,
foi cumprindo a missão de torno
voraz, de prensa irreversível.
Nas noites de verão, que eram
tão temidas na minha aldeia,
as secas paredes da máscara,
com seus estalos, me assombravam.
Saía então a procurar
um amigo, um poeta, um pároco,
ansiando que me explicassem
o que diziam tais sinais.
Épocas turvas se passaram
até que ela, toda rachada,
pusesse, à mostra, pelas frestas,
algo do monstro que nascia.
(In Poemas Anteriores. Recife: Ed. Bagaço, 1989)